Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://repositorio.undb.edu.br/jspui/handle/areas/786
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorPEREIRA, Suzane Macedo Souza-
dc.date.accessioned2022-08-09T21:11:50Z-
dc.date.available2022-08-09-
dc.date.available2022-08-09T21:11:50Z-
dc.date.issued2022-06-24-
dc.identifier.citationPEREIRA, Suzane Macedo Souza. Tudo o que nois tem é nois: práticas de aquilombamento presentes no documentário “Emicida: AmarElo – é tudo pra ontem” sob uma perpesctiva decolonial da psicologia. São Luís: Centro Universitário UNDB, 2022.en
dc.identifier.urihttp://repositorio.undb.edu.br/jspui/handle/areas/786-
dc.description.abstractThis research arises from the discomfort of seeing the black population being portrayed only as victims of racism, while their powers are ignored. Based on this, the following question arises: in what ways does the documentary “Emicida: AmarElo - É Tudo Pra Ontem” show us the practices of quilombamento as a psycho-affective strengthening of the black population? To answer it, decolonial, counter-colonial and black feminism epistemologies will be used. Thus, this research has its relevance because it is a knowledge that confronts the white and Eurocentric psychology of the academies, as well as its hegemonic epistemology. It is basic in nature, has an exploratory objective and, in relation to data collection, is bibliographic and documentary. To understand the data, film analysis was used. As a general objective, we intend to analyze how the experiences of quilombola appear in the documentary “Emicida: AmarElo – É Tudo Pra Ontem” as a psycho-affective strengthening of the black population from a decolonial perspective of psychology. The specific objectives are: to point out the process of counter-colonization in the formation of quilombos from the African diaspora; distinguish the decolonial and counter-colonial epistemologies in the academy and the impacts of this for psychology; specify and analyze how the forms of quilombamento appear in the documentary “Emicida: AmarElo – É Tudo Pra Ontem” as a psycho-affective strengthening of the black population. It is argued that these quilombamento practices appear through the return to the past, community bond and struggle articulation. It is concluded that the psycho-affective strengthening of the black population requires a community perspective, rather than an individualizing one, as proposed by hegemonic epistemologies.en
dc.languageporen
dc.publisherCentro Universitário - UNDBen
dc.rightsAcesso Abertoen
dc.subjectQuilomboen
dc.subjectDecolonialidadeen
dc.subjectPopulação negraen
dc.titleTudo o que nois tem é nois: práticas de aquilombamento presentes no documentário “Emicida: AmarElo – é tudo pra ontem” sob uma perpesctiva decolonial da psicologiaen
dc.title.alternativeAll that we have is us: quilombola practices present in the documentary “Emicida: AmarElo – é tudo para noite” from a decolonial perspective of psychologyen
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursoen
dc.contributor.advisor1ALVARES , Maria Emília Miranda-
dc.contributor.referee1RÊGO, Angela Barbara Lima Saldanha-
dc.contributor.referee2SANTOS, Andressa Barros-
dc.description.resumoEsta pesquisa surge do incômodo de ver a população negra sendo retratada apenas como vítimas de racismo, enquanto suas potências são ignoradas. Partindo disso, levanta-se a seguinte questão: de quais formas o documentário Emicida: AmarElo - É Tudo Pra Ontem nos apresenta as práticas de aquilombamento como fortalecimento psicoafetivo da população negra? Para respondê-la, serão utilizadas epistemologias decoloniais, contra coloniais e do feminismo negro. Assim, esta pesquisa tem sua relevância por se tratar de um conhecimento que confronta a psicologia branca e eurocêntrica das academias, bem como sua epistemologia hegemônica. É de natureza básica, tem objetivo exploratório e, em relação à coleta de dados, é bibliográfica e documental. Para a compreensão dos dados, foi utilizada a análise fílmica. Como objetivo geral, pretende-se analisar de que forma as vivências de aquilombamento aparecem no documentário Emicida: AmarElo – É Tudo Pra Ontem como fortalecimento psicoafetivo da população negra sob uma perspectiva decolonial da psicologia. Os objetivos específicos são: apontar o processo de contra colonização na formação de quilombos a partir da diáspora africana; distinguir as epistemologias decoloniais e contra coloniais na academia e os impactos disso para a psicologia; especificar e analisar como as formas de aquilombamento aparecem no documentário “Emicida: AmarElo – É Tudo Pra Ontem” como fortalecimento psicoafetivo da população negra. Argumenta-se que essas práticas de aquilombamento aparecem através do retorno ao passado, vínculo comunitário e articulação de luta. Conclui-se que o fortalecimento psicoafetivo da população negra exige um olhar comunitário, em vez de individualizante, como propõem as epistemologias hegemônicas.en
dc.publisher.countryBrasilen
dc.publisher.departmentUNDBen
dc.publisher.initialsUNDBen
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANASen
Aparece nas coleções:Psicologia

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
SUZANE MACEDO SOUZA PEREIRA.pdf893,89 kBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.